Fodendo

Fodendo, Ao dar meia-noite e vinte, me dirigi ao beco e, espantada, vi o meu homem me esperando. Ele ainda usava o macacão da padaria, talvez tivesse saído com tanta pressa e ansioso que mal se lembrou de que tinha que trocar de roupa. Ele me pegou pelas mãos com força e sem me machucar, começou a me beijar furiosamente, como se tudo o que ele expressava estivesse preso anos e anos dentro de sua garganta e agora estava livre para voar e alcançar os céus.Meu corpo era uma dádiva concedida com o devido mérito de um homem proletariado. Beijava-me, me desentupia, descia os lábios para o meu pescoço e me mordia..

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